sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Hoje, 18.09, às 20h30, no Teatro UM do Sesc Esplanada: Diário de um louco.


ENTRADA: 3KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL
Sinopse: Grupo de Teatro Lavoura - PB
Gênero: Teatro adulto / monólogo
Classificação: 12 anos
Duração: 55 minutos

Sinopse: Monólogo interpretado por André Morais a partir de adaptação da novela do escritor russo Nicolai Gogol. Protagonista é narrador anônimo: funcionário público desesperado de paixão pela filha do chefe cria para si um trono e uma coroa na tentativa de superar a mediocridade de sua existência. Sua total alienação e a força que pesa sobre ele, desde sua depressão até a máquina chamada Estado – objetos de alegorias cenográficas, como um teto que vai baixando – , fazem-no enlouquecer e terminar em um manicômio. A visão do mundo ao seu redor, suas percepções, angústias e confusões são parte deste texto do século XIX.

Ficha Técnica
Adaptação para teatro: André Morais
Direção: Jorge Bweres e André Morais
Elenco: André Morais
Música original: Marcílio Onofre, Samuel Correia e Wilson Guerreiro (Compomus/UFPB)
Cenário: André Morais
Figurino: Suzy Torres e Graça Morais
Desenho e operação de luz: Jorge Bweres
Operação de som: Marinalva Rodrigues
Fotos: Haroldo Sabóia, Sol Coelho e Christinne Eloy

O Grupo Teatro Lavoura: Em 1982, Fernando Teixeira, diretor teatral e presidente até hoje do núcleo original do Grupo Bigorna, fundado em 1967 na Paraíba com o espetáculo Navalha na carne, convidou o segundo núcleo do Bigorna para montar um dos maiores sucessos de público da história do teatro paraibano – Anayde. A esse espetáculo seguiram-se outros de cunho documental e histórico: Carlota, A bagaceira, Fogo morto e Rogério. Do núcleo do Bigorna 2, como então ficou conhecido, surgiram os primeiros trabalhos de Jorge Bweres, cuja estreia na direção aconteceu em 2000, com As pelejas de Ojuara. O Grupo de Teatro Lavoura, nome com que foi rebatizado o Bigorna 2, iniciou sua trajetória com o espetáculo Diário de um louco (2005) – monólogo produzido com um mínimo de recursos e total investimento no ator. O processo de montagem do espetáculo, a partir do encontro entre Jorge Bweres e o ator André Morais – os dois dividem a direção –, teve como base o trabalho independente de André, que já montara e dirigira o monólogo em 2003, e sua história sintetiza a própria natureza e o modo de trabalhar da Cia., “arando um novo pedaço de terra, pra plantar, regar e pacientemente aguardar seu desabrochar”, como definiu Jorge Bweres. Diário de um Louco participou de diversos festivais pelo Brasil, recebendo em 2005 seis prêmios no Festival Nacional de Guaçuí/ES, entre eles o de Melhor Espetáculo (Fundação Carla Augusta), Melhor Direção, Melhor Música e Melhor Ator. Em 2006, no 13º Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga/CE, foi premiado com os troféus de Melhor Espetáculo (júri oficial), Melhor Ator e Melhor Música.
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Fonte e foto: Sesc

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