quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Hoje, 17.09, no Teatro UM do SESC, às 20h30: O nome científico da formiga.

Gênero: Dança
Classificação: Livre
Duração: 40 minutos
Sinopse: Partindo da colagem como método de criação, a obra discute e questiona o fazer artístico, fala de liberdade e brinca com a percepção do público. O espetáculo utiliza recursos cênicos como a vídeo-projeção no processo de criação da obra; coreografia, vídeo, iluminação e trilha sonora foram pensados para formar um único elemento. O Nome científico da formiga é uma obra metalinguística, que expõe a sua pesquisa de movimentos e trata dos próprios processos de pesquisa que adota.

Ficha Técnica
Criação, pesquisa de linguagem, coreografia: Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira
Direção: Fernando Faro
Direção geral e produção executiva: Ana Catarina Vieira
Elenco: Carolina Coelho ou Ana Noronha, Ana Catarina Vieira e Ângelo Madureira
Iluminação cenográfica: Juliana Augusta Vieira
Figurino: Gustavo Silvestre
Assistente de figurino: Isack Ludovick
Pesquisa dos vídeos, projeções, edição e roteiro: Ângelo Madureira
Fisioterapeuta: Renata Sanches
Serviços gerais: Neu Fenelon
Produção: Iara Maria Vieira
Administrador: Armando Vallado
Fotos: Heudes Regis e Gil Grossi

Ângelo Madureira e Ana Catarina Vieira:
A dupla iniciou a sua parceria no universo das danças populares em 2000. Embora com diferentes formações – Ângelo começou sua carreira de bailarino e coreógrafo no Balé Popular do Recife, e Ana Catarina é uma bailarina clássica formada em São Paulo, com passagem pela Cia. Cisne Negro de Dança –, ambos são coreógrafos e pesquisadores em dança contemporânea. Desde 2000, os dois vêm desenvolvendo experimentações com modos de combinar os movimentos de diversas danças brasileiras, a técnica do balé clássico e a dança contemporânea, trabalho que já resultou em cinco espetáculos: Somtir (2003); Outras formas (2004); Como? (2005); Clandestino (2006); e O nome científico da formiga (2008), cuja coreografia foi criada a partir de 1800 fotos dos processos de pesquisa das obras anteriores desses autores. Somtir, o primeiro experimento da dupla, criado para o Rumos Dança do Itaú Cultural, mostrou ousadia ao apontar um novo caminho a ser percorrido pela dança contemporânea, com infinitas possibilidades de investigação e criação de uma linguagem que tem como ponto de partida as danças populares brasileiras. O nome científico da formiga foi concebido como a primeira etapa de um processo que resulta do levantamento feito durante um ano a partir de conversas com as plateias após os espetáculos.
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Fonte e Fotos: Sesc

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